
A criatividade brasileira somada às mídias sociais já está gerando coisas maravilhosas como a campanha para uma associação brasileira contra o câncer infantil e adolescente em Twitter. Com uma ação simples e brilhante conseguiu, em apenas um dia, 24 milhões de fans para 10 crianças e um crescimento em doações de mais de 4.000% comparado ao ano anterior. Outra ação muito curiosa foi a que realizou a marca Hellmann´s, imprimindo um ticket com uma receita personalizada quando o cliente passava pela caixa do supermercado. Um novo Brasil, sem dúvida, pode surgir a partir das mídias sociais.
Exemplos como estes refletem a relação apaixonante do Brasil com a Internet e com as novas tecnologias. Brasil é um país com muitos contrastes. Onde as eleições são totalmente informatizadas e a declaração do imposto de renda é feita por Internet desde 1997. Hoje, 100% dos declarantes o fazem por via online. Essa paixão se renova com as redes sociais e, muito “doispontozeradamente”, o que vemos agora é um país ávido por crescer ainda mais online.
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Quando em 2002 lançamos DicelaRed – nossa startup já “terminal” de rastreamento e análise de informação desestruturada online - elaborávamos um parâmetro que replicava a pesquisa do CIS* sobre as preocupações dos espanhóis. Durante vários meses, coletando milhões de mensagens e examinando conversas e publicações digitais, fomos capazes de replicar os resultados do CIS, com a pequena diferença de que nos adiantávamos um mês em relação à publicação oficial da pesquisa.
Como antecipavam alguns visionários, essa capacidade para analisar dados e extrair conclusões se transformou, dez anos depois, num grande ativo para as organizações que decidiram desenvolvê-la. Portanto, nossas atividades de relacionamento com os clientes serão profundamente afetadas vista esta nova realidade. “Big Data” é o novo neologismo que designa a capacidade para recompilar enormes quantidades de dados, analisá-los e de, inclusive, chegar a prever o que acontecerá com o uso de modelos e padrões estatísticos.
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Chego em casa depois de um longo dia e só me restam energias para jantar algo leve e dar ao cérebro uma dose de conteúdo que não me faça pensar demais, ou seja, escolho um capítulo de Mad Men e desligo meu córtex imediatamente. Don Draper me deixa impressionado com a simplicidade com que seduz a uma de suas belas funcionárias com duas frases que, ditas por um mortal como eu não teriam tido tanta eficácia. Mas, sim, este capítulo sim que me faz pensar mais além já que há uma situação na agência Sterling Coopers que me lembra alguma coisa conhecida.
São os anos de juventude da TV e os primeiros spots começam a ser filmados. Entra em cena uma nova área na agência, a que é responsável pela compras de espaços neste recém-nascido canal de comunicação. Fazendo referência a esta época, Matt Nelson publica em Fast Company um artigo onde argumenta que a idade de ouro no mundo da publicidade não foi a época de Mad Men, e sim os momentos que estamos vivendo atualmente, onde as marcas perderam o controle da sua reputação, onde a mensagem dos consumidores se difunde sem que os departamentos de comunicação possam filtrá-la ou eliminá-la.
Estamos em um novo ambiente onde os impactos publicitários nas mídias sociais (mídias pagas) são difundidos pelos próprios usuários para toda a sua comunidade se estes consideram que tais mensagens agregam valor (mídias conseguidas). Os seres humanos tornaram-se nós conectados que servem de multiplicadores de impactos que nos próximos anos alcançarão uma cobertura semelhante a dos meios de comunicação mais tradicionais.
Leia mais »No momento de tomar decisões dentro do ecossistema digital, é sempre muito útil a recomendação de alguém que fez previamente a mesma operação que nós faremos, já que sabemos que quanto mais sejam as fontes de informação em torno da decisão, mais condições teremos para tomar uma decisão mais acertada.
Muitos de nós pudemos ver o motor de recomendação da Amazon desde o seu começo – quando nos decidimos por uma compra, o motor nos sugere outra com base numa série de objetos que foram comprados por outras pessoas que também compraram alguma das coisas que está no nosso carrinho. Isto é o que tecnicamente se chama filtragem colaborativa (CF).
Na filtragem colaborativa se utilizam diferentes algoritmos sobre a base dos itens comprados para oferecer outros itens. As propriedades do que comprei são analisadas de diferentes maneiras para que se possa oferecer uma variedade (de surpresa e surpreendente) de itens relacionados com o que comprei. É um modelo onde a informação sobre a minha compra é cruzada com muitos itens (em estoque) sobre os que, supostamente, existe uma determinada propriedade em comum. Se, por acaso, não confiássemos na sua eficácia, pelo menos o tempo que se leva utilizando já deveria convencer-nos sobre a sua utilidade.
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Milhões de dados públicos começam a emergir, quase que por passe de mágica, das nossas cidades… de dentro dos nossos governos e instituições públicas. São informações úteis em termos de transparência. Mas, também, de um poderoso tesouro comercial. O novo “ouro” chamado Open Data ou Big Data começa a instigar o interesse das grandes empresas, mas, também levanta dúvidas sobre nossa capacidade futura para gerir e proteger tão importante tesouro.
O Arquivo Geral das Índias é uma dessas grandes fontes mundiais de informação. Declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO esta instituição, fundada por Carlos III, guarda nos seus 8 quilômetros de estantes, quatro séculos completos da História da Espanha e das Américas.
Entre as suas paredes físicas e virtuais jazem 43.000 maços que contêm mais de 80 milhões de páginas e 8.000 mapas e desenhos. Este acervo conserva, por exemplo, detalhes com a localização aproximada e a carga exata dos navios espanhóis naufragados em algum ponto do oceano no decorrer dos séculos: especiarias, tecidos… e metais preciosos. São informações acessíveis a quase qualquer pessoa no mundo, de forma permanente, gratuita e, na maioria das vezes, através de meios eletrônicos e em formato digital.
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SEO para App Store e Markets, promoção de apps… não há muita bibliografia sobre o assunto, mas por algum lado temos que começar. Este post é uma reflexão em voz alta sobre um mercado em plena expansão. Até agora conhecíamos as estratégias de SEO para redes sociais, mas também podemos fazer posicionamento para Markets como a App Store ou o Market do Android.
Ambos coincidem com uma boa seleção de keywords, boa redação da descrição dos seus aplicativos e, obviamente, no download que oferece seus apps. Isso quer dizer que posicionamento não é só pra web. É muito importante poder entrar no Top 10 ou Top 25 da App Store. É evidente que repete o esquema de resultados em buscadores e como tudo nesta vida, há várias maneiras para estar no ranking.
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“O engagement é a nova publicidade”. O #TcMantra do Territorio creativo será o protagonista do nosso próximo TcTalks em Barcelona no dia 14 de março, um evento que, nesta ocasião será ainda mais especial, se isso for possível, pois coincide com a abertura dos nossos escritórios na “Ciudad Condal”.
Não pudemos pensar numa forma melhor de comemorar: #TcBCN, here we go!
O presente e o futuro do Negócio - com N maiúscula – passam por situar as pessoas no centro das estratégias de venda. É necessário lembrar que as ferramentas 2.0 não são só mais um canal de comunicação pra fazer campanhas de marketing, mas também servem para estabelecer uma relação com o cliente, criar fidelidade e vinculação prolongada no tempo e não só num período limitado.
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