Archivo del autor: Juan Luis Polo

Eu vi coisas que vocês nunca acreditariam. Naves de ataques em chamas perto da borda de Orion. Vi a luz do farol cintilar no escuro, na Comporta Tannhauser Todos esses momentos se perderão no tempo como lágrimas na chuva.”

O replicante Roy Batty no final de “Blade Runner”

Quando no ano 2003 descobri o mundo dos blogs senti vertigem . igem de comprovar que a porta aberta através daquelas ferramentas conectava as pessoas de um jeito que não tinha visto até hoje. Choveu muito desde 2003 e neste tempo a vertigem só aumentou: mais ferramentas, mais conteúdos, mais pessoas compartilhando. Nunca tivemos que enfrentar tamanha avalanche de informação. A palavra na boca de todos é “mudança” – mudança na nossa forma de relacionamento, na nossa forma de fazer negócios, no nosso modelo de trabalho e nos nossos valores mais consolidados.

E se alguém está ficando de fora na hora de abordar a mudança são as empresas, formadas por pessoas que de forma individual usam mídias sociais com agilidade, mas de maneira corporativa usam outras ferramentas para enfrentar o novo cenário.

Como abordar este cenário?

Leia mais »

Sobre el Tendido 7. La primera imagen que se me viene a la mente es la de este tendido en cualquier festejo fuera de San Isidro: de todos los de la plaza, el más concurrido (…) exigen, pues saben mucho de esto, que queda avalado por haber elegido ese abono tras visitar la plaza muy a menudo. Protestan, pues saben de lo que va y conocen sus derechos. Son celosos del toro que ha de salir, pues como aficionados que son, requieren el toro íntegro para dar sentido a cuanto ha de venir después. Rigurosos con los toreros (…) los que pueblan ese sector de la plaza; blanco y en botella: los que más van y saben buscar el mejor sitio para presenciar la lidia.

Adolfo Jiménez

No último dia 10 de junho participei do terceiro congresso sobre Social Media Marketing que foi realizado em Barcelona com números muito altos em relação à participação em todas suas convocatórias. A temática #socialmedia em todas suas variantes é, neste momento, uma garantia segura de “conversão” em relação aos participantes do evento e à difusão dos conteúdos expostos ali. Muitas das pessoas que formam a audiência têm perfis em meios sociais, geralmente no Twitter, e comentam em voz alta e tempo real aquilo que lhes parece conveniente compartilhar, destacando assim a difusão.

E analisando a hashtagbdo último dia, prévio à minha participação, ficou claro que neste tipo de congresso, sob o leit motiv da Social Media, é cada vez mais comum identificar a presença de uma audiência crítica.

Leia mais »

Ah, ¿pero que también sois una agencia?

Corria o ano de 2007 e essa era uma pergunta habitual em dos fóruns nos quais eu tive a oportunidade de participar. Cada vez mais pessoas conheciam nossa marca, cujo slogan era “Tc, o blog de Marketing em Espanhol, a ambiciosa denominação com a qual lançamos o blog do Territorio Creativo em 2005. Contudo, muita gente pensava que éramos isso: um blog.

Um blog que ontem, no dia 8 de maio, completou seis anos desde que o apresentamos à sociedade blogueira. E um blog que representou a reinvenção do Territorio Creativo após anos vivendo em primeira pessoa o desafio de gerar conteúdo e o resultado de compartilhá-los com os demais, fazendo um blog no estilo mais tradicional do termo.

Como nasceu o blog e como foi sua trajetória nestes seis anos? Sente-se e fique à vontade, prometo revelar a informação dos bastidores ;-)

Leia mais »

El hombre que vivía dentro de la burbuja – ©fotografía Juan Luis Polo

Na primeira hora da manhã um menino começa a reclamar na frente da sua mãe:

“Estou enfrentando uma opressão exploradora no colégio, abusam da gente, me recuso a fazer parte de um sistema que nos menospreza e nos coisifica. Não quero voltar à escola“.

E a mãe pergunta para seu outro filho:

“Qual prova seu irmão tem hoje?

E este responde:

“Matemática, eu acho…”

Li hoje o post que Antonio Mas publicava no seu blog sobre o iminente estouro da bolha das mídias sociais e lembrava da frase da criança que reclamava com a mãe. Acho que tenho vantagem para entender o que Antonio quer transmitir de fato: seu cansaço do momento “todos nas mídias sociais” e seu ceticismo frente aos crescimentos sustentados deste setor, desde sua experiência em outros terrenos ao longo destes anos. Mas principalmente ser consciente que os jogadores que estavam muito longe em capacidade e faturamento quando olhava no retrovisor estão agora do seu lado.

Desde que o conheço sempre senti inveja de como sua empresa cresceu de forma estruturada, com projetos recorrentes baseados na manutenção web, com uma equipe consolidada ano a ano, com uma concorrência clara e identificada (seus “arquiinimigos” como ele chama). No entanto, o ano 2009 nos trouxe uma das maiores crise financeiras da historia que inevitavelmente produz ajustes entre o “consolidado” e o nada borbulhante setor das produtoras on-line: o universo de crescimento continuado se desestrutura na mesma velocidade em que são abertas oportunidades em outros setores. Um setor que está se reinventando até o ponto que Antonio e eu temos coincidido em possíveis clientes com ofertas sobre Social Media, sendo que a empresa dele é expert em desenvolvimento web sobre Drupal…

Porém, alinhado com a mensagem de Antonio, exposta entre as linhas de um “penitenciagite” sobre o final da barra livre dos Social Media, me permito compartilhar com vocês minhas reflexões:

Leia mais »

A semana passada no II Congreso de Social Media, e hoje em nosso #TcTalks Social Commerceno eComm Retail, assumi o compromisso de explicar para uma audiência exigente o que há de tão estranho do Social Commerce. O que acontece? Por que passamos do Flower Power na redes sociais para a urgência da venda e do ROI?

Quando ninguém mais duvida que o consumidor, que sempre foi social, se transformou em um ser mais social armado com as novas ferramentas que a web 2.0 proporciona, poucas empresas aceitaram que as artimanhas do marketing valem pouco neste novo ambiente. O consumidor decide que informação recebe, quando a recebe, e isso abala as teorias clássicas do marketing baseado na compra de mídias tradicionais.

Leia mais »