Archivo del autor: Fernando Polo

Siete reglas creatividad 2.0

No entorno do novo consumidor social, a criatividade não trabalha para rechear espaços publicitários que podem ser comprados. O desenvolvimento de ações criativas destaca a nossa mensagem além do barulho existente, acelerando nossos objetivos de comunicação. Se trata de conseguir que as pessoas tenham vontade de falar sobre isso, sem a necessidade de comprar testemunhos.

Neste contexto, errar é um requisito indispensável para ter sucesso. Nos levantar rápido aprendendo dos “fracassos”, atingiremos com mais clareza o nosso objetivo.”Fail often, fail quick, fail cheap“. A criatividade 2.0 não tem regras. Ou sim? Aqui há alguns principios que, por experiência, acreditamos que podem ajudar.

  • Baixo custo. As ações nas mídias sociais devem ser desenhadas com uma restrição forte dos custos de produção. Se vamos errar, devemos experimentar rápido e barato. Se funcionar, se investe mais. As mídias sociais são um grande laboratório publicitário. Além disso, as limitações dos recursos introduzem um fator de esforço que amplifica a capacidade criativa das pessoas.
  • Útil. Não compramos audiências, as pessoas decidem nos seguir e escutar de forma voluntaria. O que fizermos, deve ser útil para a comunidade. Desde uma perspectiva de informação, de funcionalidade, de bem social ou de entretenimento.
  • Ágil. A diferenciação, a inovação, a criatividade e a valentia são lados da mesma realidade. Provar rápido, errar com freqüência e chegar os primeiros-ou chegar cedo, será recompensado.
  • Fãs dos seus fãs. Centralizar uma ação em poucas pessoas é contrário ao enfoque de alcance máximo da publicidade tradicional. Na web 2.0, concentrar esforços em poucos fãs faz mais sentido: a fragmentação é alta, se busca a propagação voluntária e “viral” da história..
  • Social. As pessoas procuram que as empresas se comprometam e acreditem em um capitalismo sustentável. O ênfase na Responsabilidade Social Corporativa está mais presente do que nunca no mundo 2.0.
  • Transmedia. Internet está construido sobre diferentes mídias com seus próprios códigos e formatos. Devemos conceitualizar ações e idéias que viajem de forma natural de meio para meio.
  • On/Off/On. O mundo não é online nem offline. Só existe um mundo e o consumidor está conectado nele. Não coloquemos barreiras a nossa própria criatividade. Combinemos o melhor de cada contexto e criemos idéias nacidas na Internet e que chegem às ruas, ou ao contrário.
  • As regras estão inspiradas pelo trabalho de muitas pessoas da equipe de Territorio creativo. Acredito que o primeiro rascunho nasceu em uma sessão de trabalho onde participavam, no mínimo, Carlos JimenoKevin Sigliano e Eva Represa. As 7 regras da criatividade 2.0 são desenvolvidas com mais detalhe e exemplos concretos no livro Socialholic, que publicará a editorial Gestión 2000 em janeiro 2012.

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    Agencias que sobresalen

    A consultoria C4E organiza anualmente um encontro, Agencias que sobresalen (AQS), no qual convidam agências espanholas que foram destaque por diferentes motivos. Assim que para nos é um orgulho estar presentes neste ano, e será um prazer falar do nosso livro, um convite impossível de ser recusado… .

    Porque não estaremos lá para falar das redes sociais, mas dos fatores de inovação que colocaram Territorio “em destaque” no ano de 2010. Dessa forma, falaremos da quarta era, que somos amigos de cada vez mais amigos, da nossa original organização interna como agencia consultora de social media marketing, dos tecerianos, que somos fãs dos fãs de nossos clientes, e com certeza, deste nosso querido blog.

    E ontem na festa de Internet es tuyo, me sopló al oído Mar Abad, da Yorokobu, me disse que ela era a encarregada de me entrevistar – o que me deixou mais à vontade para me espraiar sobre o que não abandona minha cabeça noite e dia. Se vocês forem, não deixem de cumprimentar ¡O cadastro continua aberto!

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    Tc-Nuestros-Proyectos

    Lembro de quando o Territorio foi fundado. Ou melhor, lembro COMO ele foi fundado. Dois irmãos (de três) com vontade de mudar o mundo. Seu mundo. Muito esforço, muito risco, um pequeno ático na rua Cea Bermúdez de Madri um par de clientes fiéis. Um faturamento inicial de 24 mil euros e um primeiro Apple, para dominar a todos.

    De vez em quando me aproximava desse terraço e nos assomávamos a Madri, compartilhando alguns dos sonhos de meus irmãos Mari Cruz e Juan Luis. Sentia o brilho de sua expressão, a emoção de suas palavras. Não era a única coisa que os diferenciava de mim. Meus ternos e gravatas cinzas de consultor combinavam pouco com aquele escritório “estiloso”. Tratava-se de vender design. Especialmente, design gráfico. Era apenas o começo.

    I Era (1997-2001) – Os primeros clientes, a bolha da Internet, e o crash pontocom. O que poderia ser denominado de pré-história do Tc foram um par anos de estudo de design gráfico suportado pelo sangue e suor de dois funcionários e sócios – e ao mesmo tempo irmãos. Dois recém-chegados que tiveram que aprender tudo daquela profissão cheia de software da Adobe e testes de impressão.

    Foi então que me vi envolvido no grupo de e-Business de PwC Consulting (agora IBM). Pensando em aproveitar uma maré que via nascer, me esforcei para que Territorio crescesse nessa direção. Vários PowerPoint depois, surgiram os primeiros projetos de internet para Tc. E aquilo se desatou: mais de 20 pessoas integravam Territorio no ano 2000, com suculentos projetos com Telefónica, EresMas, Dragados, HP,… E uma sensação de euforia que só pôde ser estragada pela cruel realidade: uma bolha que chegou a seu limite de tensão superficial.

    Como o bom visionário que demonstrei ser ao longo de minha carreira, entrei como sócio capitalista do Tc justo antes da explosão da bolha. Se não ia ficar rico, pelo menos estreitaria laços empresariais com meus irmãos. O “crash pontocom” arruinou os sonhos de muitas agências, mas não seria o caso de Territorio creativo.

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    Faz algumas semanas dedicamos um tempo para refletir sobre o nosso futuro, o futuro de uma agência e consultoria de social media marketing e o que vai acontecer quando “o social” seja “normal”. Nos vemos a nós mesmos daqui a alguns anos, como uma empresa de serviços plenos que trabalha no ámbito do “engagement”, ajudando os nossos clientes a desenvolver relações duradeiras com seus próprios clientes.

    Animo vocês a ver e ler a apresentação. Um percurso guiado pelo que está acontecendo, o que acreditamos que vai acontecer e o nosso futuro como empresa de serviços profissionais (incluindo previsões de faturamento!) em 7 passos:

     

  • O mundo está mudando.  Somos otimistas digitais e acreditamos que o mundo está mudando para melhor, graças a internet e as mídias sociais.
  • As empresas também estão mudando.  O tsunami 2.0 mudará para sempre a forma que as empresas gestionam e se comunicam com seus clientes.
  • Territorio creativo se encontra em uma posição única para ajudar às empresas nesta transformação, porque acumulamos anos de experiência e contamos con duas armas cruciais: nossa visão e a nossa cultura.
  • Nossa visão: empresas centradas nos seres humanos. Nosso mantra: “engagement is the new advertising”.
  • A cultura teceriana, a chave para levar à frente a nossa missão. Contratamos e despedimos conforme a cultura, temos valores e os compartilhamos. Se fomos capazes de crescer tão rápido, é graças ao esforço em criar uma equipe unida. Uma comunidade cooperativa.
  • Nossos serviços, noss futuro. Cresceremos, mas crescer não é a nossa missão.
  • Conclusões finais. Um mundo onde as organizações colocam às pessoas primeiro.
  • No entanto escrever a visão e as missões estratégicas não serve para nada, se os valores e a cultura da empresa não forem interiorizados:

    • Vision – A world of human-centered organizations where product, sales, service and engagement put people first.
    • Mission – We help companies put us -their clients- in the center to build strong and long term ties.
    • Mantra – Engagement is the new advertising.

    Esperamos que gostem da apresentação e convidamos a participar no debate. Qual é o futuro das empresas de serviços de social media?

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    Em Territorio creativo, acreditamos que a participação na Internet enriquece as pessoas e seus projetos profissionais. Também acreditamos que o que chamamos “marca pessoal” complementa a corporativa e vice-versa. As barreiras entre a vida profissional e a pessoal estão se diluindo. Para bem. Os tecerianos (membros da equipe de projeto de Territorio creativo) entendem o valor de participar na ágora 2.0. E, ao fazer isso, devem sentir-se livres para seguir sua intuição e seu senso comum. Para tornar essa ideia mais clara, decidimos escrever algumas linhas que nos sirvam de guia no uso profissional que fazemos das nossas mídias sociais pessoais.

    1) Participar nos torna pessoas melhores. Debater, conversar, refletir em público. Manter uma rede aberta e participativa nos faz crescer como profissionais e, em geral, como pessoas. Participar agrega valor aos nossos clientes e aos nossos colegas. Não deixemos de fazê-lo.

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    Parece evidente que compartilhar com os outros é algo natural no ser humano. Agora que já parece não existir outra coisa além da web 2.0, e que o conceito de compartilhar se transforma em um gesto cotidiano, ou inclusive, em moeda de troca  em nossas relações online, tem gente que se pergunta que diabos leva as pessoas a compartilhar na Internet. O New York Times, junto com CIG, realizou  uma trabalhosa pesquisa sobre “A psicologia por trás de compartilhar”.

    Achados destacáveis:

    - 73% dos participantes do estudo reconhecem que processam a informação de forma mais profunda e reflexiva quando a compartilham.

    - 85% dizem que ler as respostas de outros usuários ajuda a compreender a informação proporcionada.

    - 78% reconhecem que compartilhar conteúdos ajuda a estar em contato com pessoas com as quais não poderiam manter relação de outra forma.

    - 68% dizem que compartilhar ajuda a que se definam como pessoas.

    E vocês, por que compartilham online? As respostas nos interessam especialmente, porque a parte motivacional é a protagonista do segundo capítulo do livro que Juan Luis e eu entregaremos em setembro para a Editora Planeta. E, caso vocês não vejam problema, poderíamos incluí-las citando o autor.

    Mais informações | Outras apresentações de Michael Fritz no Slideshare.

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    A Forrester acabou de publicar um relatório que argumenta porque o Facebook não será jogador principal no futuro do eCommerce, como o Google é agora. Sucharita Mulpuru, a analista autora do relatório, começa seu post dizendo que está um pouco enviesada contra o Facebook, o que pode ser uma justificação da cegueira “ceteris paribus”, que eu explicava ontem em abladías. . Um dos principais argumentos expostos é que nas entrevistas mantidas com vários responsáveis corporativos de vendas on-line não se reportam incrementos significativos de vendas através do Facebook. E onde existem incrementos apreciáveis são nas lojas pequenas e de promoções tipo pechincha (Flash Sales).

    Tendo em conta o ritmo no qual avançam todos estes terrenos e louvando a valentia da predição, eu dizia que:

    [...]“Predizer que Facebook não será um ator de peso no futuro do eCommerce é como ter arriscado a predizer no nanosegundo 24 do Big Bang que a principal causa do divórcio (divórcio?) seriam as discussões entre casais (casais?) nos domingos à tarde (domingos?) durante a transmissão dos jogos de futebol  (futebol?) nas televisões a cabo (televisões? cabo?)

    Me comprometi também, no final do post, a explicar um pouco em profundidade porque eu acho que Sucharita se engana. E vou levando a discussão do foco do “Facebook” ao eixo mais amplo do “social”, isto é, toda funcionalidade inspirada no conceito 2.0 e a sua aplicação no âmbito das vendas pela Internet. Por que acredito que o futuro do eCommerce passa pelo Facebook, como agora passa pelo Google? Estes são meus 5 argumentos a favor:

  • Porque o consumidor já era social. No processo de informação prévio ao momento de compra, as pessoas perguntam aos seus amigos. E as pessoas recomendam (para bem ou para mal, não só para o mal) depois da compra, uma ação que busca reconhecimento social por um lado, mas também é um ato de colaboração que se estende em beneficio mutuo: das recomendações de outros, eu extraio informação. E também nos uniremos a grupos de compra se nos reportarem benefícios econômicos. Todas as tentativas de startups para aproveitar esta tendência social (igual pode ser@recomendar, que Ciao.es, que Groupalia socializaram aos poucos o comercio eletrônico.
  • Porque o social era real e transcende o Off e o On. A experiência do comprador social passa do mundo on-line ao offline e volta, em décimos de segundo. Isso é o que demoramos para fazer um checkin no Foursquare para ver se existe outra promoção próxima; ou em escanear o código bidi de um produto do lineal para ver o que outros amigos meus comentam sobre ele no Facebook, ou se existe um preço melhor em uma loja próxima ou on-line. É o tempo que demoro em acessar a wishlist de um amigo na Amazon para ver qual livro lhe compro em um shopping, minutos antes de chegar na sua festa de aniversario, a duas quadras daqui. Ou para pedir uma dica no Twitter sobre dois produtos que tenho no carrinho da compra, momentos antes do checkout. E a experiência combinada On e Off é muito mais real, porque a vida do consumidor final já é tão Off quanto On.
  • Porque empresas como Facebook se empeñarán en ello. Facebook entiende que sus FB Ads están en guerra con los AdWords de Google, precisamente porque estos ofrecen conversión directa (ventas) a las pymes, menos propensas al branding, y los de FB sólo captan fans, una medida de branding que todavía genera muchas dudas. Para ello, es evidente que Facebook en su plan de dominación mundial se empeñará en construir la plataforma de eCommerce definitiva (¡tiembla eBay!). ¿Alguien realmente duda de la capacidad de una empresa como Facebook, que ya ha ganado la batalla del tráfico mundial, de luchar temerosamente para convertirse en Internet con o sin compras? ¿De verdad alguien piensa que no compraremos en Facebook sólo porque al principio llegamos allí para charlar con nuestros amiguetes? ¿Era yo capaz de anticipar hace apenas dos años que estaría escribiendo un post sobre cómo las redes sociales “influirán” de forma decisiva en el comercio mundial (On y Off), cuando hace 5 años, despotricaba contra ellas porque no quería que se pusieran puertas al campo? A eso último me refiero con lo de la ceguera “ceteris paribus”, algo que he sufrido en carne propia, las veces suficientes como para intentar evitar las predicciones contracorriente…
  • Porque a funcionalidade social no eCommerce transmite transparência. O que menos gostamos é de ser enganados, e poder ler na própria web de compra comentários “reais” de clientes, que tem comprado e opinado sobre um produto gera confiança. Esses comentários que aparecem na loja on-line podem ser importados da Trip Advisor, do Facebook, ou realizados na própria página, com um sistema próprio ou de “social sign on“. E o sistema adotado para deixar comentários ou avaliações numéricas será tão melhor quanto menos dúvidas forem geradas sobre sua veracidade.
  • Porque a integração incrementa as oportunidades de venda. Em Territorio Creativo denominamos “social shopping”a integração de canais próprios de venda on-line com canais externos “sociais”, sejam de group on ou similar, um Facebook Store, ou um catálogo de produtos no eBay. Essa integração é a derivada do SMO dos canais próprios (otimização dos conteúdos nas lojas on-line web ou mobile, com botões para compartilhar, curtir no Facebook, widgets, etc, para conseguir que esses conteúdos viajem melhor) oferece maior visibilidade e aumenta, evidentemente, os pontos de contato com o consumidor on-line, e portanto, os leads.
  • Indico de novo à apresentação sobre Social Commerce que elaboramos con motivo do #TcTalks em Barcelona (que repetiremos daqui a pouco em Madri), da qual extrai a nossa visão ao começo do post, e que incluio outra vez aquí desde Slideshare

     

     

     

     

     

    Social Commerce: el uso de los medios sociales en la venta

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    Identidad Digital 2.0

    Cada vez que falo com alguém de um departamento de marca, me envolvo na mesma discussão: que importância tem hoje o pantone de um logo corporativo quando você está tratando mal seus clientes, gritando em vez de falar com eles, menosprezando em vez de escutar? Os anos da primeira internet foram do design gráfico. Depois os anos do conteúdo: textos cuidados, impactantes fotografias de garotos loiros com gravata e sorriso apertando a mão. Depois chegou o video. Tudo impoluto, imarcescível.

    Mas a auge da web participativa, social, comunicadora, humana chegou para quebrar o brinquedo. Agora as webs corporativas olham com inveja o tréfego crescente das mídias sociais e sonham com o SMO.

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